Quem Somos
Desde 1911
O IPE, ao longo de sua história centenária, tem sido um bastião de educação de qualidade, moldando líderes exemplares em Portugal.
Instituto dos Pupilos do exército
História do IPE
Os antecedentes do IPE remontam a 1911, quando, por Decreto-Lei de 25 de maio e por inspiração do General António Xavier Correia Barreto, ao tempo Ministro da Guerra, foi criado o “Instituto Profissional dos Pupilos do Exército de Terra e Mar”.
Desde 1911 até hoje, os planos de estudos sofreram sucessivas reformas, ditadas pela necessidade de acompanhar, internamente, a evolução geral do ensino em Portugal. Tais reformas, porém, sempre tiveram presentes quatro aspetos característicos deste Instituto, dignos de relevo:
- A coexistência de vários cursos e de diferentes níveis de ensino;
- A equiparação, para todos os efeitos, dos cursos ministrados aos correspondentes cursos dos estabelecimentos civis de ensino;
- A instrução militar, ministrada em função da idade e/ou preparação académica;
- O papel importante da educação física no desenvolvimento global dos alunos.
Ao longo dos seus anos de vida, o IPE desenvolveu uma ação altamente valiosa, educando e ensinando milhares de cidadãos que, na vida prática, têm granjeado prestígio e credibilidade à instituição que os formou, ação essa que já mereceu diversas distinções e condecorações.
Coronel Silveiro Castanho
Diretor IPE
Diretor
Coronel de Infantaria Sérgio Nuno Silveiro Castanho
O Coronel de Infantaria Sérgio Nuno Silveiro Castanho nasceu em 15 janeiro de 1973, em Lisboa, tem 52 anos de idade e 34 anos de serviço. Foi promovido ao atual posto em 16 de junho de 2025.
Está habilitado com o Curso de Infantaria da Academia Militar, o Curso de Promoção a Capitão da Escola Prática de Infantaria, o Curso de Promoção a Oficial Superior do Instituto de Ensino Superior Militar e o Curso de Comandantes da Academia Militar.
Possui outros cursos e estágios militares, de que se destacam o Curso de Comandos, o Curso de Operações Irregulares, os Curso Básico e Avançado de Combate em Áreas Edificadas, o Curso Avançado de Operações de Apoio à Paz, os Cursos de Informação Cartográfica e de Cartografia Digital, o Curso de Operador de Prevenção de Alcoolismo e Toxicodependência, o Curso NATO “Lessons Learned Staff Officer” e o Curso CIMIC – Nível Operacional.
No início da sua carreira foi colocado no Regimento de Infantaria N.º 2, onde exerceu as funções de Comandante de Pelotão de Instrução, tendo posteriormente desempenhado funções como Comandante de Pelotão de Atiradores no 1.º Batalhão de Infantaria Mecanizado. Foi ainda instrutor e 2.º Comandante da 2.ª Companhia de Alunos da Academia Militar.
Como Capitão, serviu no Regimento de Infantaria N.º 1, onde exerceu as funções de Comandante da Companhia de Comando e Serviços, Instrutor dos Cursos de Comandos, Comandante da 2.ª Companhia de Comandos e Chefe da Secção de Logística. Em 2006, desempenhou funções como Chefe da Secção de Gestão da Informação, no Instituto Geográfico do Exército.
Promovido a Major, em 2008, foi Chefe da Secção de Operações, Chefe da Secção de Pessoal, Comandante da Unidade de Apoio Geográfico e Oficial Geógrafo do Núcleo Permanente do Estado-Maior da Força de Reação Imediata, no Instituto Geográfico do Exército.
Ainda como Major, exerceu funções na Escola Prática de Infantaria, onde foi Chefe da Secção de Programação, Avaliação e Estudos Técnicos, Diretor do Curso de Promoção a Capitão das Armas e Serviços, Diretor do Curso de Promoção a Sargento-Ajudante de Infantaria, Comandante do Batalhão de Formação Militar Geral e Membro da Comissão Instaladora da Escola das Armas, entre 2012 e 2013. Posteriormente desempenhou funções como Oficial Adjunto do Departamento de Planeamento e Programação da Escola das Armas. Em 2014, foi colocado no Colégio Militar, onde foi 2.º Comandante do Corpo de Alunos, até 2016.
Após a promoção a Tenente-Coronel, foi Comandante do Corpo de Alunos entre 2016 a 2018. Posteriormente, foi colocado no Comando das Forças Terrestres, como Chefe do Centro de Operações Terrestres e, no Comando Conjunto para as Operações Militares do EMGFA, onde exerceu as funções de Chefe do J9/CIMIC e, mais recentemente, de Oficial de Cerimonial, Relações-Públicas e Protocolo.
Integrou missões no âmbito das Forças Nacionais Destacadas e da Cooperação no Domínio da Defesa, destacando-se a participação na Stabilization Force II (SFOR II) da NATO, como Comandante de Pelotão de Atiradores do 3.º Batalhão de Infantaria Motorizado, em 1999, na Bósnia Herzegovina, bem como o exercício de funções de Diretor Técnico do Projeto N.º 2 – Escola Militar, na República de Cabo Verde, entre 2013 e 2014 e como Assessor Técnico Coordenador do Projeto das Forças Especiais das Forças Armadas Angolanas, na República de Angola em 2021 e 2022.
Da sua folha de serviços constam doze louvores e seis condecorações. O Coronel de Infantaria Sérgio Nuno Silveiro Castanho é casado e tem um filho.


































